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Olyntho Neto assume relatoria do PLDO 2026 na Assembleia Legislativa do Tocantins

Presidente da Comissão de Finanças, Tributação e Fiscalização da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), o deputado Olyntho Neto (Republicanos) avocou, nesta quarta-feira (24), a relatoria do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o exercício financeiro de 2026.

O parlamentar destacou a importância da etapa:

“A Comissão de Finanças é responsável por avaliar, ajustar e dar o aval técnico-político para que a LDO possa ser votada pelo plenário. Recebido o projeto enviado pelo Executivo e nomeado o relator, daremos início às discussões, buscando aperfeiçoar o texto legal, sempre tendo como maior referência o interesse da população tocantinense”, afirmou.

A LDO estabelece as metas fiscais e prioridades para o próximo ano, funcionando como base para a Lei Orçamentária Anual (LOA). “Ela é como um mapa que mostra o caminho que o Executivo terá que seguir com o dinheiro público no próximo ano”, explicou Olyntho.

O prazo para apresentação de emendas pelos deputados será aberto nesta quinta-feira (25) e segue até 6 de outubro. Após o encerramento, a Comissão de Finanças terá 15 dias para emitir parecer sobre o projeto. Somente depois dessa análise a proposta seguirá para votação em plenário.

Projeções e prioridades

De acordo com o PLDO 2026, o Produto Interno Bruto (PIB) do Tocantins está projetado em R$ 78,3 bilhões, representando crescimento de 11,47% em relação a 2025. Já a Receita Corrente Líquida (RCL) prevista para o próximo ano é de aproximadamente R$ 15,8 bilhões.

Entre as metas estabelecidas estão:

-conclusão dos Hospitais Gerais de Araguaína e Gurupi;

-construção do câmpus da Unitins em Augustinópolis e ampliação da sede em Paraíso;

-realização de concursos públicos para as polícias Civil e Penal;

-duplicação das rodovias TO-222 e TO-080;

-implantação de quatro unidades do PRONTO em Araguatins, Colinas, Paraíso e Dianópolis.

Com a tramitação concentrada apenas na Comissão de Finanças, a expectativa é que a análise seja concluída até meados de outubro, abrindo caminho para votação em plenário ainda neste ano legislativo.