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Conselho de Desenvolvimento Econômico do Tocantins aprova R$ 48,4 milhões em investimentos com incentivos fiscais

Na 143ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (CDE/TO), realizada nesta quarta-feira, 1º de outubro, foram aprovados seis processos de adesão a programas de incentivo fiscal, todos com decisão unânime. Os projetos contemplados somam R$ 48,4 milhões em investimentos e devem gerar 183 novos empregos diretos no Tocantins.

Cinco empreendimentos foram enquadrados no Proindústria (Lei nº 1.385/2003) — um deles com prorrogação de benefício — e uma empresa do setor de comércio eletrônico foi beneficiada pela Lei nº 1.641/2005, voltada a negócios digitais.

De acordo com o presidente do CDE e secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Carlos Humberto Lima, os resultados reforçam a estratégia de atração de investimentos do Governo do Tocantins.

“Cada empresa que investe no Tocantins encontra um ambiente favorável, com incentivos que estimulam o crescimento econômico”, afirmou.

As empresas contempladas atuam em diferentes segmentos: frigorífico, beneficiamento de arroz, comércio de EPIs on-line, alimentação animal e fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhões. Quatro delas ampliarão seus empreendimentos em Palmas, Gurupi, Paraíso e Lagoa da Confusão. Já em Formoso do Araguaia, está prevista a implantação de um frigorífico de abate de bovinos.

Segundo Carlos Humberto, a atuação do Conselho tem contribuído diretamente para os indicadores positivos do mercado de trabalho no Tocantins. Apenas em agosto, o estado registrou saldo de 1.298 novas vagas formais e já acumula mais de 10,6 mil empregos com carteira assinada em 2025, conforme dados do Novo Caged.

“O desempenho do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico reforça o papel do colegiado como indutor de investimentos no Tocantins”, completou.

Sobre o CDE

O Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico é um órgão colegiado vinculado à Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (Sics). Sua função é analisar e deliberar sobre projetos que buscam incentivos fiscais e outros benefícios para se instalar ou expandir no estado, desempenhando papel estratégico na atração de capital privado, na geração de empregos e no fortalecimento da economia local.