O Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas (Cidep) aprovou o investimento de mais de R$ 540 mil em campanhas e eventos voltados ao fortalecimento do comércio palmense e a criação de comitês técnicos para beneficiar empresariado local. Essa foi uma das pautas da 2ª Reunião Ordinária do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas (Cidep), que ocorreu na terça-feira, 2, na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo de Palmas (Sedeem).
Outra pauta importante da reunião foi a Minuta do Projeto de Lei da Liberdade Econômica, que busca reduzir a burocracia e simplificar o processo para a abertura de novos negócios na Capital. O Cidep reúne representantes de diversas entidades e autoridades municipais para discutir ações estratégicas que visam fortalecer a economia local e incentivar a inovação na capital tocantinense.
Além disso, também foi aprovado um aporte de R$ 214 mil para a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Tocantins (Abrasel-TO), que utilizará os recursos para realizar dois eventos gastronômicos em Palmas que devem atrair ainda mais visitantes à Capital e fortalecer a economia do setor de alimentação e turismo da cidade.
Minuta
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo de Palmas (Sedeem), Henrique Nesello, a reunião foi um divisor de águas para o ambiente de negócios em Palmas. “Avançamos com pautas concretas. A criação do Comitê da Liberdade Econômica marca o início de uma revisão profunda da legislação local para cortar burocracias, dar segurança jurídica e acelerar investimentos”. Ainda segundo o gestor, “estamos construindo uma cidade onde empreender será mais simples, rápido e rentável. Essa agenda está alinhada com a visão da gestão municipal: uma Palmas mais competitiva, moderna e com mais oportunidades para quem gera emprego. Saio da reunião com convicção de que estamos virando a chave do desenvolvimento”, disse o secretário.
O vereador Walter Viana, convidado a participar da reunião, destacou o impacto positivo da legislação na atração de novos investimentos. “Eu defendo que a participação municipal tem que ser maior, então hoje o que é apenas decreto não contempla as atuais necessidades econômicas do Município. Ao meu ver podemos utilizar muito mais o potencial dessa lei, organizando novas diretrizes e sistemas mais modernos de forma que tenhamos mais incentivos e menos burocracia”, disse o vereador.
