Para o prefeito, essa é uma oportunidade de debater a cidade sob múltiplos olhares, técnicos e populares, com foco nos problemas existentes e nas soluções possíveis para o planejamento do futuro. “Palmas é fruto de muitas contribuições. Agora é nossa vez. Temos ideias, temos responsabilidades. Que esta conferência nos lembre do essencial: pensar a cidade é pensar no coletivo. Palmas precisa ser construída com justiça, sustentabilidade e participação”, afirmou.
Construção coletiva
Organizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária (Sedurf), por meio do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU), a conferência é um espaço democrático de escuta, proposição e construção de políticas públicas baseadas nas reais necessidades da população.
“Desde 2010 não realizávamos a Conferência Municipal da Cidade e agora estamos discutindo Políticas de Desenvolvimento Urbano. Este é um momento de escuta ativa, fundamental para compreendermos as necessidades da população e pensarmos na cidade que queremos hoje e no futuro”, destacou o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária e presidente do CMDU, Israel Henrique Melo.
Representante da sociedade civil no CMDU, pela Organização de Mulheres do Bem de Palmas e pelo Conselho de Associações de Moradores (Comam), Cida Rozeno reforçou a importância da presença de entidades e movimentos sociais nesse espaço. “Esta é a primeira vez que entidades e movimentos sociais ocupam uma cadeira no Conselho, o que representa um avanço na discussão sobre moradia digna dentro da cidade. Então, para mim, é um grande legado que os movimentos estão ocupando esse espaço de discussão”, afirmou.
