O projeto, que abrange o Tocantins e parte dos Estados do Maranhão, Piauí e Bahia, prevê, além da questão agropecuária, o desenvolvimento de mais três eixos: social, ambiental e econômico. Na ocasião, a senadora professora Dorinha e o vereador da Capital Carlos Amastha defenderam veementemente a medida e corroboraram o projeto, portanto dando ao Estado e a Capital essa oportunidade que será discutida e decidida no próprio Conselho.
”A maior mudança socioeconômica na nossa região, no nosso País, foi o surgimento de Palmas, depois de Brasília. Nós representamos 38% do território do Matopiba. Garanto a sede com toda a estrutura física, humana e material para que o Matopiba tenha essa institucionalidade”, enfatizou o prefeito, acrescentando que o Estado está no centro do País e mais próximo de Brasília.
”Essa localização privilegiada demonstra o que nós somos capazes. Mas não só no agronegócio, nós somos capazes de fazer muito mais”, garantiu o gestor. O proponente do projeto é o vereador e ex-prefeito da Capital Carlos Amastha, que também participou da audiência.
Por sua vez, a senadora professora Dorinha defendeu que Palmas propõe muito além de questões agropecuárias, mas uma sede, já garantida pelo prefeito Eduardo Siqueira Campos, com estrutura material e humana. ”Nada mais justo do que dar o pontapé com Palmas como sede, que já está preparada para oferecer isto”, enfatizou. A parlamentar disse que, diante da sua atuação, está comprometida em institucionalizar uma frente de trabalho em relação ao tema, que deverá ser integrada aos outros que ela atua em comissões no Congresso Nacional.
O ministro Wellington Dias também propôs uma maneira de ter uma representatividade em Brasília, como uma forma de diálogo com o parlamento, com a senadora Dorinha realizando os andamentos nas comissões de trabalhos, bem como parlamentares trabalhando na frente que ainda será criada para discussão do Matopiba.
Neste sentido, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, defendeu que realmente existe essa necessidade de integração, mas que tivesse uma rotatividade na sede do Matopiba, para que também pudesse contemplar os outros estados. Já o representante da Bahia, o vice-governador Geraldo Júnior, também apoiou a ideia e o representante do Maranhão seguiu a mesma linha.
