Na última semana, o deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos) esteve na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Palmas, acompanhado do prefeito de Taguatinga, Paulo Roberto (Republicanos), da vice-prefeita Isabela e de vereadores do município. O grupo levou ao novo superintendente do DNIT no Tocantins, Luiz Antônio Ehret, a demanda pela conclusão dos últimos 7 quilômetros da BR-242, importante via para o escoamento da produção agrícola do sudeste do estado.
A BR-242 é estratégica para a integração logística entre Tocantins, Bahia e Mato Grosso, passando por uma das principais regiões produtoras do país, o chamado “Anel da Soja”. A finalização do trecho que segue inacabado há cerca de duas décadas é considerada fundamental para o desenvolvimento regional.
Durante a reunião, o deputado Ricardo Ayres reforçou o compromisso com a pauta: “Estamos no DNIT trazendo uma demanda da região Sudeste. O prefeito Paulo Roberto, a vice Isabela e os vereadores estão conosco para reivindicar a conclusão das obras da 242. Faltam 7 quilômetros. Essa estrada é essencial para o deslocamento da nossa produção local. É uma pauta necessária, e o prefeito está muito focado nisso. É isso que a gente precisa fazer”, destacou o parlamentar.
O prefeito Paulo Roberto enfatizou a urgência da obra e os impactos que a paralisação vem causando: “Estamos aqui levantando essa bandeira. Esse trecho está parado há 20 anos. É fundamental para o nosso desenvolvimento, dá sustentabilidade ao município e ao estado. Essa estrada integra a Bahia, Tocantins e Mato Grosso. É muito caminhão sofrendo e muita gente penalizada. Precisamos do apoio do superintendente, do deputado e do governo federal para concretizar essa estrada.”
Em resposta, o superintendente Luiz Antônio Ehret reafirmou o compromisso do Ministério dos Transportes com a finalização da obra: “Fica aqui o compromisso do Ministério dos Transportes, por determinação do ministro Renan Filho e do diretor-geral Fabrício Galvão, de concluir essas obras inacabadas. Os 7 quilômetros dependem apenas da liberação da licença pelo IBAMA. Todos os estudos já foram protocolados e vamos trabalhar para obter esse licenciamento e retomar essa obra estruturante, que é importante não só para o Tocantins, mas para a Bahia, o Mato Grosso e o Brasil.”
A reunião representou um avanço no diálogo entre os representantes locais e o governo federal, sinalizando a união de esforços para destravar uma obra aguardada há décadas pelos moradores da região.
