Um pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades no transporte público de Palmas foi protocolado nesta quinta-feira (27) pelo vereador Carlos Amastha. O requerimento, assinado por outros oito parlamentares, visa apurar a gestão da Agência de Transporte Coletivo de Palmas desde sua fundação até 31 de dezembro de 2024.
A iniciativa surge após denúncias de má administração e possível uso indevido de recursos públicos. Entre os principais problemas apontados estão contratos suspeitos, dívidas acumuladas, altos custos operacionais e a insatisfação da população com a qualidade do serviço prestado.
Amastha destacou a necessidade de esclarecer como o sistema funcionava antes da municipalização, quais mudanças foram implementadas e se houve prejuízos para os cofres públicos. “A população tem o direito de saber o que aconteceu na gestão do transporte coletivo. Se houver responsáveis, eles precisam ser identificados e responsabilizados”, afirmou.
O vereador também ressaltou que o prefeito Eduardo Siqueira Campos herdou um sistema deficitário e que sua administração trabalha para estabelecer um novo modelo de concessão, garantindo melhorias no transporte público da cidade.
