A Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana de Palmas intensificou, em fevereiro, as ações de limpeza e remoção de entulho em diversas regiões da cidade. No total, foram retiradas 25.245 toneladas de materiais, incluindo galhadas, entulho de obras, lixo doméstico descartado irregularmente e outros resíduos que comprometem a organização e a manutenção dos espaços públicos.
Os serviços de retirada foram realizados em mais de 50 locais, abrangendo tanto quadras residenciais quanto avenidas de grande circulação. Para garantir a eficiência do transporte e do descarte adequado no aterro sanitário, foram utilizados diversos caminhões, com uma média de cinco viagens diárias e até três viagens na Região Norte.
Regiões atendidas
O Plano Diretor Sul foi a região com o maior volume de entulho recolhido, totalizando 13.446 toneladas removidas ao longo do mês. As ações contemplaram mais de 30 pontos, incluindo setores habitacionais e principais avenidas.
Na Região Norte, foram retiradas 4.896 toneladas de resíduos. Já nos bairros e distritos mais afastados do centro, o serviço também foi intensificado, resultando na remoção de 6.912 toneladas de entulho.
Compromisso com a limpeza
O trabalho de remoção de resíduos faz parte do compromisso contínuo da Prefeitura de Palmas, por meio da Zeladoria Urbana, em manter a cidade limpa, organizada e segura para todos os cidadãos. Além de melhorar o aspecto visual das áreas públicas, as ações contribuem para a qualidade de vida e saúde da população e para a preservação ambiental.
O superintendente da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana, Miguel Fonseca, destacou a importância do trabalho contínuo e da participação da comunidade nesse esforço conjunto. “A remoção de entulho é uma prioridade para garantir a limpeza da cidade, prevenindo impactos ambientais e riscos à saúde pública. Com mais de 25 mil toneladas de resíduos retiradas em fevereiro, conseguimos desobstruir vias, praças e outros espaços urbanos, proporcionando mais segurança e bem-estar à população”. O superintendente ainda destacou que a participação da população é fundamental nesse processo, “seja respeitando os locais corretos para descarte ou denunciando pontos de acúmulo irregular”, complementou.
